segunda-feira, 28 de março de 2011

Jardins da Babilônia

Suspenderam
Os Jardins da Babilônia
Eu prá não ficar por baixo
Resolvi!
Botar as asas prá fora
Porque!..
"Quem não chora dali"
"Não mama daqui"
Diz o ditado
Quem pode, pode
Deixa os acomodados
Que se incomodem...
Minha saúde não é de ferro não
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço
Ou não!...
Pegar fogo
Nunca foi atração de circo
Mas de qualquer maneira
Pode ser!
Um caloroso espetáculo
Então!...
O palhaço ri dali
O povo chora daqui
E o show não pára
E apesar dos pesares do mundo
Vou segurar essa barra...
Minha saúde não é de ferro
Não é não!
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço
Ou não!...
Minha saúde não é de ferro
Não é não!
Mas meus nervos são de aço
Prá pedir silêncio eu berro
Prá fazer barulho
Eu mesma faço...
Suspenderam
Os Jardins da Babilônia
Eu prá não ficar por baixo
Resolvi!
Botar as asas prá fora
Porque!..
"Quem não chora dali"
"Não mama daqui"
Diz o ditado
Êh êh êh êh!
Quem pode, pode
Deixa os acomodados
Que se incomodem...

domingo, 27 de março de 2011

O Meu Sim



E eu quisera ser só seu
Quando o mundo era menor
E hoje eu sei
Que sou mais eu
Prá melhor ou prá pior
E eu vou seguindo
Alguns sinais
Que primeiro eu inverti
Mas quando eu puder olhar prá trás
Você vai brilhar ali
Perigo na curva
Proibido parar
Antes de chegar a mim
Minha vida absurda
E a terra a girar
Quem escuta o meu sim?
Quem escuta o meu sim...
Quem sabe um dia
Eu lhe descrevo
Estes círculos que penso
Ao navegar por certos trevos
Em que os sonhos são mais densos
E às vezes alta madrugada
Ficam dúvidas com tudo
Quem sabe o fim não seja nada
E a estrada seja tudo
Perigo na curva
Proibido parar
Antes de chegar a mim
Minha vida absurda
E a terra a girar
Quem escuta o meu sim?
Quem escuta o meu sim...


Composição : Marina Lima/Antonio Cicero

sábado, 26 de março de 2011

Porrada

Nota dez para as meninas
Da torcida adversária
Parabéns aos acadêmicos
Da associação
Saudações para os formandos
Da cadeira de direito
A todas as senhoras
Muita consideração...

Porrada!
Nos caras que não fazem nada!

Medalhinhas
Para o presidente
Condecorações
Aos veteranos
Bonificações
Para os bancários
Congratulações
Para os banqueiros...

Porrada!
Nos caras que não fazem nada!

Distribuição de panfletos
Reivindicação dos direitos
Associação de pais e mestres
Proliferação da espécie...

Porrada! porrada! porrada!
Porrada!
Nos caras que não fazem nada!

Nota dez!
Nota dez para as meninas
Da torcida adversária
Parabéns aos acadêmicos
Da associação
Saudações para os formandos
Da cadeira de direito
A todas as senhoras
Muita consideração...

Porrada!
Nos caras que não fazem nada!

Medalhinhas
Para o presidente
Condecorações
Aos veteranos
Bonificações
Para os bancários
Congratulações
Para os banqueiros...

Porrada! porrada!
Nos caras que não fazem nada!

Distribuição de panfletos
Reivindicação dos direitos
Associação de pais e mestres
Proliferação da espécie...

Porrada! porrada! porrada!
Porrada!
Nos caras que não fazem nada!


Composição : Arnaldo Antunes - Sérgio Britto

sexta-feira, 25 de março de 2011

Coração de Estudante

Quero falar de uma coisa
Adivinha onde ela anda
Deve estar dentro do peito
Ou caminha pelo ar
Pode estar aqui do lado
Bem mais perto que pensamos
A folha da juventude
É o nome certo desse amor

Já podaram seus momentos
Desviaram seu destino
Seu sorriso de menino
Tantas vezes se escondeu
Mas renova-se a esperança
Nova aurora a cada dia
E há que se cuidar do broto
Pra que a vida nos dê flor e fruto

Coração de estudante
Há que se cuidar da vida
Há que se cuidar do mundo
Tomar conta da amizade
Alegria e muito sonho
Espalhados no caminho
Verdes, plantas, sentimento
Folha, coração, juventude e fé


Composição : Milton Nascimento - Wagner Tiso

quarta-feira, 23 de março de 2011

Socorro


Socorro, não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar, nem pra rir
Socorro, alguma alma, mesmo que penada
Me entregue suas penas
Já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate, nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Em tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Socorro, alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada
Socorro, eu já não sinto nada, nada
Composição: Arnaldo Antunes/Alice Ruiz

terça-feira, 22 de março de 2011

Amor, Meu Grande Amo



(Angela Rô Rô)
Amor Meu Grande Amor
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções como as paixões
E as palavras
me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo ou se sou água
Amor, meu grande amor
Me chegue assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir o que não sente
(Refrão)
Que tudo que ofereço
É meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Me reconheça
(Refrão)
Amor, meu grande amor
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Por favor, me reconheça 

Amooooooooooooooooooooooo esta musica, vou contar um segredo ela e so minha kkkkk mais vou emprestar sua letra pra vcs.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Malandragem


Quem sabe eu ainda
Sou uma garotinha
Esperando o ônibus
Da escola, sozinha...
Cansada com minhas
Meias três quartos
Rezando baixo
Pelos cantos
Por ser uma menina má...
Quem sabe o príncipe
Virou um chato
Que vive dando
No meu saco
Quem sabe a vida
É não sonhar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Bobeira
É não viver a realidade
E eu ainda tenho
Uma tarde inteira
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Prá cantar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Prá cantar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Quem sabe eu ainda sou
Uma garotinha
!
Composição: Cazuza / Frejat